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Debate presidencial: candidatos evitam ataques e defendem “pacificação” na política

Os candidatos a Presidência da República levaram para o debate TV Gazeta/Estado/ Jovem Pan/ Twitter, realizado na noite deste domingo, 09/09, em São Paulo, a mensagem de repúdio à violência que dominou a campanha nos últimos dias após o atentado contra Jair Bolsonaro (PSL). Internado após ser esfaqueado durante uma agenda eleitoral na quinta-feira passada, em Juiz de Fora (MG), o presidenciável do PSL não participou. Os púlpitos de Jair Bolsonaro (PSL) e do ex-presidente Lula (PT) que teve candidatura caçada pela Justiça Eleitoral foram retirados do debate.

No primeiro encontro após o episódio, o radicalismo na política foi tratado como um entrave ao desenvolvimento do País. Os presidenciáveis condenaram a violência, mostraram solidariedade ao concorrente Jair Bolsnaro e saíram em defesa do restabelecimento da paz e unidade nacional.

Ciro (PDT) e Marina (REDE) protagonizaram o debate, contudo, todos os candidatos evitaram a linha de confronto e adotaram a estratégia de expor propostas que possam  levar o País a sair da crise.

 

 

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